Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Dr. Marinho Pinto e a Sra. D. Manuela Moura Guedes

Há pouco, no Jornal da TVI (ou seja, num espaço que, supostamente, deveria ser para a divulgação de notícias, mas que se revelou apenas um espaço de entretenimento, ou seja, divulgação de opiniões, ataque serrado a opositores políticos, coitadificação do Zé Povinho e exibição das mais recentes intervenções estético-cirúrgicas da Sra. D. Manuela Moura Guedes - um espaço que de informativo pouco tem, qualidade não tem nenhuma, que prima pela falta de profissionalismo e ética profissional), foi "entrevistado" o Dr. Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados.

 

Após ataque serrado e constantes interrupções por parte da entrevistadora (quem mais?), o Dr. Marinho Pinto, para gáudio de muitos telespectadores, disse-lhe o que já passou pela mente de muitos (falo por mim).

 

O Vídeo

 

Pela minha parte, delirei!

E subscrevo.


Sinto-me:

Publicado por Ana Simões às 21:40
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Segunda-feira, 30 de Março de 2009
Inconsciências...

«Caso Isaltino
Ausência de declaração de conta na Suíça ao Constitucional foi "inconsciente"

por Lusa

O autarca Isaltino Morais admitiu hoje que foi de "forma inconsciente" que não declarou uma conta bancária da Suíça ao fisco e ao Tribunal Constitucional e sustentou que algumas testemunhas do processo foram "ameaçadas para mentir".

"Não tive consciência de que havia um problema fiscal, nunca me passou pela cabeça", disse o presidente da Câmara de Oeiras durante a manhã, na quarta sessão do julgamento do processo em que é acusado de um total de sete crimes de participação económica em negócio, corrupção para acto ilícito, branqueamento de capitais, abuso de poder e fraude fiscal.
 

Isaltino Morais referiu que já pagou, entretanto, os respectivos impostos e que a situação está regularizada, mas sublinhou que na década de 1980, período em que se tornou presidente, a declaração apresentada por um político ao Tribunal Constitucional "nunca era levada a sério por ninguém" e "não valia nada".

Confrontado com uma das declarações que entregou àquela instituição, o arguido admitiu que o conteúdo "não correspondia minimamente" ao seu património, até porque "nessa altura era assim", e acusou o próprio Ministério Público de nunca fiscalizar as declarações.

Referindo-se à fuga ao fisco cometida, e já admitida em tribunal, na compra de uma casa no concelho de Oeiras - pela qual admitiu ter feito um pagamento de 11.500 contos (57.500 euros) ao vendedor, não contemplado na escritura -, Isaltino Morais voltou a apontar a frequência com que este tipo de situação acontecia: "Falam na fuga ao fisco, mas a maior não era para pagar a SISA. Acham que os construtores queriam era que os clientes poupassem? Se o valor de uma casa fosse escriturado em valor real, o IRC era muito maior".

Quanto ao facto de ter depositado na Suíça mais de 1,321 milhões de euros entre 1993 e 2002 - período em que auferiu, enquanto presidente da Câmara e ministro do Ambiente, cerca de 351 mil euros - o arguido voltou a negar a origem ilícita das verbas, tal como aponta a Acusação.

"Então e os salários da minha mulher, as vendas de património? Mas que raio de investigação é esta?" - questionou, explicando que entre o dinheiro angariado em campanhas eleitorais anteriores a 2005, cujas sobras também depositou na Suíça, contavam-se, por exemplo, ofertas monetárias de 50 euros de cantoneiros do município.

"Dá-me dinheiro quem quer, quem acredita em mim", acrescentou.

Isaltino negou também ter aproveitado as contas da ex-secretária e de um sobrinho que morava na Suíça para ocultar quantias e explicou que, por volta de 1999, foi a sua irmã e esse sobrinho que inseriram dinheiro na sua conta (respectivamente 270 a 300 mil euros e 220 mil euros),"face às rentabilidades" da mesma.

Perante a dúvida do procurador Luís Eloy sobre a possibilidade de o sobrinho, taxista de profissão, possuir elevadas verbas, Isaltino mostrou-se indignado: "Mas os imigrantes que vão para a Suíça enriquecem todos menos o meu sobrinho? A mulher dele, por exemplo, ganha cinco mil euros como cabeleireira".

A sessão, que decorre durante a tarde com a audição de testemunhas, ficou ainda marcada pela afirmação, por parte do arguido, de que os detentores das contas onde, segundo a Acusação, Isaltino Morais depositou dinheiro de origem ilícita, sofreram ameaças.

"Todas estas pessoas foram ameaçadas de prisão para que mentissem", disse.

Uma delas será a ex-secretária e ex-chefe de gabinete do presidente municipal, Paula Nunes, que constitui a principal testemunha do processo e será ouvida na sexta-feira.»
Fonte: Diário de Notícias, 30 de Março de 2009

 

A mesma inconsciência de quem está a receber subsídios e ajudas de custo sem delas necessitar?

Pobre Isaltino... Todos mentem menos ele... É uma cabala! Um complot contra um inocente...

Por favor!!! Mas alguém ainda acredita nestas criaturas???
 



Publicado por Ana Simões às 17:19
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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
O crime, afinal, compensa...

«Autarca perde mandato no âmbito do processo “saco azul”

Fátima Felgueiras condenada a 3 anos e 3 meses de prisão com pena suspensa 
07.11.2008 - 11h20 António Arnaldo Mesquita, Cláudia Bancaleiro


Fátima Felgueiras foi condenada a três anos e três meses de prisão com pena suspensa e à perda de mandato no âmbito do processo do “saco azul” que hoje foi lido no Tribunal de Felgueiras. A autarca foi condenada por três crimes: um de peculato, um de peculato de uso e um de abuso de poder.

Este é o balanço final do processo do “saco azul”, que acabou por se traduzir na absolvição de 13 arguidos e numa condenação quase simbólica da autarca, para quem o Ministério Público pedia a condenação "no mínimo de sete anos de prisão" e reclamava a devolução à Câmara de Felgueiras de quase um milhão de euros.

O acórdão foi resumido pelo juiz-presidente do colectivo, José Castro, e deixou aliviada a bancada da defesa. "Com isto posso eu bem", comentou o advogado de Felgueiras, Artur Marques, no fim da leitura do veredicto.

O procurador da República, Pinto Bronze, ainda vai ler a decisão do colectivo e decidir se recorre ou não. Artur Marques deverá entretanto tentar neutralizar a sanção acessória de perda de mandato, tentando demonstrar que a autarca já foi julgada e absolvida pela alegada prática de abuso de poder, quando interveio na aprovação de um loteamento a que estava ligado o seu marido, o advogado Sousa Oliveira.

Ao fim de quase 120 sessões o colectivo acabou por reduzir a responsabilidade criminal de Fátima Felgueiras a três casos: a não devolução ao município de ajudas de custos de uma viagem, o uso de uma viatura oficial do município para uma iniciativa do PS e a intervenção no loteamento do Bustelo. Neste último caso, recorde-se, o procurador Pinto Bronze tinha pedido a absolvição da autarca.

Fátima Felgueiras era acusada de onze crimes de participação económica em negócio, abuso de poder, prevaricação e peculato.

No âmbito do mesmo processo, Horácio Costa e Joaquim Freitas foram absolvidos de todos os crimes que lhes eram atribuídos pela acusação.

Fátima Felgueiras respeita mas não concorda com decisão

À saída da sessão, Fátima Felgueiras disse que respeita mas não concorda com a decisão do juiz.

“Sempre falei verdade. Em Felgueiras nunca existiu corrupção”, comentou a autarca, segundo a qual o que se passou foi uma “monstruosidade criada por interesses, ódios e vinganças”. “O que disseram sobre mim ao longo destes dez anos é tudo falso”.

Felgueiras sublinhou que não está em causa a perda de mandato porque “não há razão efectiva para ela”.

A autarca revelou que se sente inocente e que não foi condenada, mas libertada.

Autarca regressa a tribunal no caso do FC de Felgueiras

Fátima Felgueiras volta a sentar-se no banco dos réus no próximo dia 26, no âmbito do chamado “processo do futebol”. Em causa está o alegado envolvimento da edil, entre 1994 e 1996, em relações irregulares com o Futebol Clube de Felgueiras.

Neste processo, Fátima Felgueiras está pronunciada por oito crimes. Sete dos crimes são de participação económica em negócio e um de abuso de poder na forma continuada.

Outros nove arguidos, entre os quais o ex-presidente do município Júlio Faria e antigos vereadores do PS e PSD, vão também ser julgados.
»

(Retirado do jornal Público)


 

Parece que o que está a dar é ir para a Política. Vive-se à grande, ganha-se bem e gasta-se melhor ainda (à custa do erário público), rouba-se à descarada e não se é punido...

Aproveitem! Estão aí as eleições!

 


Sinto-me:

Publicado por Ana Simões às 20:53
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Domingo, 12 de Outubro de 2008
Desemprego - uma nova forma de crime?
Vivemos numa época em que a União Europeia estabelece directrizes por forma a erradicar a Exclusão Social nas suas mais variadas formas (Desemprego, Saúde Mental, Pobreza, etc.), estabelece directrizes para promoção do bem-estar psicológico, por forma a dirimir possíveis, reais perturbações psicológicas e mentais, para incluir o diferente.
 
Enquanto isso, Portugal, ao mesmo tempo que cria projectos para tapar os olhos à União Europeia (PNAIs e afins), não cria as condições necessárias para que tais projectos sejam colocados em prática e realmente resultem, e esforça-se por criar legislação que não contempla as directrizes europeias.
 
Portugal parece ter tipificado, no seu Código Penal (embora de forma implícita), o Desemprego como crime. As penas são as Apresentações Quinzenais. Mas nos Centros de Emprego, nas Repartições da Segurança Social e nas Juntas de Freguesia, em vez de ser nas Esquadras das Polícias.
 
Vivemos num país em que os Ministros querem mais Licenciados, mais Mestres, mais Doutores, mas nem sequer pensam em criar ou abrir vagas de emprego qualificado para os detentores desses graus académicos.
Vivemos num país onde, nos Centros de Emprego, dizem aos detentores desses graus académicos que os omitam quando vão a entrevistas de emprego não qualificado por forma a serem contratados.
 
Vivemos num país em que, para sermos contratados, temos de mentir. Mentir acerca das Habilitações Literárias, porque temos qualificações a mais. Mentir acerca da idade, porque acima dos 40/45 anos já se é velho para trabalhar (mas não para a Reforma).
 
E, no entanto, continua-se a lutar por um emprego (abaixo das nossas qualificações, ou não), dia após dia, porque não se tem escolha mesmo que não se tenha a mínima hipótese. É obrigatório, pois, de outro modo, sofrem-se outras sanções.
 
E assim surgem as entrevistas.
É-se humilhado e hostilizado, vexado pelas escolhas de curso que se fizeram.
É-se humilhado e hostilizado, vexado pela aparência física, pelo exercício físico que se faz ou não, porque se come demasiado ou talvez não exactamente assim, pela nacionalidade que se tem, pela fluência nos mais variados idiomas (incluindo o Português, caso esse não seja o idioma materno).
É-se humilhado e hostilizado, vexado quando se demonstra ter idoneidade e se recusa a difamar a anterior entidade patronal.
 
Alguém que esteja na situação de Desemprego procura emprego. Não procura ser humilhado.
 

E o tempo passa, o Subsídio (Social) de Desemprego corre para o fim. E continua-se sem emprego. Continua-se a enviar currículos, a responder a anúncios, a enviar candidaturas espontâneas. E nada.

E a realidade pesa, os problemas surgem.
As depressões começam a tornar-se cada vez mais evidentes.
E o dinheiro escasseia cada vez mais e não há como ir a consultas de Psicologia, não há como atamancar o problema com medicação, não há como parar a "infecção" que alastra e piora sem a terapia, sem o aconselhamento.
 
E as Leis mantêm-se. Quem as aprovou também não se interessa com os resultados.
Aliás! Nem estudos se fazem!
 
Tal como todas as outras formas de Exclusão Social, a sociedade prefere imitar a avestruz e esconder a cabeça na areia. Negando-se o problema, pode ser que este deixe de existir.
 
Mas a diminuição das taxas de desemprego não tem sido assim tão significativa. De acordo com o INE, a taxa de desemprego do 2º trimestre de 2008 foi de 7,3%, enquanto que no 1.º foi de 7,6%. Já no Ano de 2007 no 1.º trimestre foi de 8,4%, no 2.º e 3.º trimestres foi de 7,9% e no 4.º foi de 7,8%.
 
É imperativo atentar para este problema. O Desemprego não é apenas um problema social. É também um problema económico. É também um problema psicológico.
A problemática do Desemprego e toda a sua envolvente não se esgota num simples número.
O Desemprego é também humano - são pessoas que sofrem. E esse sofrimento tem consequências, nomeadamente ao nível da saúde.
 
O Desemprego poderá muito bem estar em vias de se tornar um problema de Saúde Pública.


Publicado por Ana Simões às 17:17
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Quinta-feira, 31 de Julho de 2008
Novo blogue: Momentos



Publicado por Ana Simões às 15:59
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
País de alcoólicos

Numa altura em que acerrimamente se tenta prevenir o tabagismo, continua-se a fomentar o consumo (excessivo) de álcool.

 

Num país em que se estima que cerca de 10% da população portuguesa sofra de alcoolismo crónico (Gonzalez, 1995; Mello, Barrias & Breda, 2002; Roussaux, Faoro-Kreit & Denis-Hers, 2002), em que estudos a nível europeu revelam que nos encontramos em 8.º lugar no ranking dos países com maior consumo de álcool puro (World Drinking Trends, 2005), continuamos a promover e a estimular a dependência do álcool.

 

Ele é publicidade nos media. Ele é publicidade em outdoors. E no entanto, o álcool é a maior dependência dos portugueses (e não o tabaco).

 

Mais, o álcool (consumo excessivo e alcoolismo) é um grave problema de saúde pública em Portugal.

 

No entanto, uma vez que é aceite socialmente e em Portugal representa um grande lobbie, não há vontade política para lutar contra «a maior toxicodependência dos portugueses» (Plano de Acção contra o Alcoolismo, 2000).

 

Assim, meus amigos consumidores de álcool, estão todos convocados... não apenas para jogar com o amigo Figo, mas também para irem fazer uma desintoxicaçãozita ao Centro Regional de Alcoologia da vossa árera de residência.

 

Saiba mais sobre Bebidas Alcoólicas

 

Bibliografia

González, RM (1995). Como liberarse de los hábitos tóxicos. Guia para conecer y vencer los hábitos provocados por el café, el tabaco y el alcohol. Rev Cubana Med Gen Interg; 11(3):253-284.

Mello LM, Barrias J, Breda J (2002). Álcool e problemas ligados ao álcool em Portugal. Edição Direcção-Geral de Saúde, Lisboa.

PACA - Plano de Acção Contra o Alcoolismo (2000). Resolução do Conselho de Ministros nº 166/2000 de 29 Novembro. 

Roussaux JP, Faoro-Kreit B, Denis-Hers (2002). O alcoólico em família. 2ª ed. Lisboa. Climepsi editores.

World Drink Trends 2005. Commission for Distilled Spirits, World Advertising Research Center (WARC), March.



Publicado por Ana Simões às 13:58
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Domingo, 17 de Fevereiro de 2008
Contra os terroristas, lutar, lutar....

«Waterboarding is legal, White House says

The assertion stuns critics and revives debate over the widely condemned interrogation technique.
By Greg Miller, Los Angeles Times Staff Writer
February 7, 2008
WASHINGTON -- The White House said Wednesday that the widely condemned interrogation technique known as waterboarding is legal and that President Bush could authorize the CIA to resume using the simulated-drowning method under extraordinary circumstances.

The surprise assertion from the Bush administration reopened a debate that many in Washington had considered closed. Two laws passed by Congress in recent years -- as well as a Supreme Court ruling on the treatment of detainees -- were widely interpreted to have banned the CIA's use of the extreme interrogation method.

But in remarks that were greeted with disbelief by some members of Congress and human rights groups, White House spokesman Tony Fratto said that waterboarding was a legal technique that could be employed again "under certain circumstances."

Fratto said the nation's top intelligence officials "didn't rule anything out" during congressional testimony Tuesday on CIA interrogation methods, and he indicated that Bush might consider reauthorizing waterboarding or other harsh techniques in extreme cases, such as when there is "belief that an attack might be imminent."

For years, White House officials denied that the U.S. had engaged in torture but always stopped short of confirming whether waterboarding had been used. The administration's latest stance -- described by Fratto during the daily White House briefing -- was denounced Wednesday by key lawmakers. "This is a black mark on the United States," said Sen. Dianne Feinstein (D-Calif.), a member of the Senate Intelligence Committee. "The White House is trying to give themselves as much of an open field here as possible. It says to others that we are prepared to use the same kinds of tactics used by the most repressive regimes and the most heinous regimes."

The White House comments came one day after CIA Director Michael V. Hayden testified publicly for the first time that the agency had used waterboarding on Al Qaeda suspects in 2002 and 2003. He also identified three prisoners, including self-proclaimed Sept. 11 mastermind Khalid Sheikh Mohammed, who he said were the only detainees subjected to the method.

Waterboarding refers to a practice that involves strapping down a prisoner, placing a cloth over his face and dousing him with water to simulate the sensation of drowning. The technique has been traced to the Spanish Inquisition and has been the subject of war-crimes trials dating back a century.

The White House position on the issue is in some ways consistent with its long-standing efforts to expand executive power and resist attempts by Congress to rein in the president's authority.

Still, the decision to reignite the debate over waterboarding struck many in Washington as peculiar. The White House had previously argued that any discussion of CIA interrogation methods would only aid the enemy. Further, the CIA halted its use of waterboarding nearly five years ago. Calling renewed attention to the issue risks drawing fresh criticism from other countries at a time when the United States is seeking to shore up its image abroad.

The issue also has been divisive politically for Republicans. Sen. John McCain of Arizona, now the front-runner for the GOP presidential nomination, has led efforts to outlaw waterboarding and other harsh interrogation methods previously employed by the CIA.

In a recent GOP presidential debate, McCain said it was inconceivable that "anyone could believe that [waterboarding is] not torture. It's in violation of the Geneva Convention. It's in violation of existing law."

The leading Democratic contenders for the White House, Sens. Hillary Rodham Clinton of New York and Barack Obama of Illinois, have taken similar positions.

Largely because the presidential candidates are consistent on the issue, many experts consider it unlikely that the CIA would resume using the method, because agency operatives would fear prosecution under a future administration.

"On Jan. 21, 2009, there's almost certainly going to be a new president who understands that waterboarding is not only wrong but a very serious crime," said Tom Malinowski, the Washington advocacy director of Human Rights Watch.

However, Atty. Gen. Michael B. Mukasey, challenged by senators to rule on the legality of waterboarding, declined last month to say it was illegal, even though he said he would consider it torture if he were subjected to it.

Congress has passed two laws -- the Detainee Treatment Act in 2005 and the Military Commissions Act in 2006 -- that ban the use of harsh interrogation methods and require all U.S. agencies to comply with the Constitution and the Geneva Conventions in their treatment of detainees.

In addition, the Pentagon published a new Army field manual in 2006 that limits interrogation techniques and bans harsh methods, including waterboarding, hoods and mock executions. And the Supreme Court in 2006 struck down the Bush administration's system for holding and prosecuting detainees, saying it failed to provide protections under the Geneva Conventions.

Sen. Lindsey Graham (R-S.C.), one of the Republican sponsors of the 2006 Military Commissions Act, said in a telephone interview Wednesday that at the time the bill was passed he was assured by the Bush administration that the law would specifically prohibit waterboarding.

But Fratto appeared to contradict that, saying that the Justice Department had reviewed waterboarding and "made a determination that its use under specific circumstances and with safeguards was lawful." The CIA is not currently authorized to use waterboarding, he said, adding that "we're not going to be able to speculate on what might be the case in the future."

Fratto outlined a series of steps that would be required before waterboarding or other coercive methods would be approved. He said that the CIA director would have to make a proposal to the attorney general, who would have to review the interrogation plan to determine whether it would be legal and effective.

"At that point, the proposal would go to the president; the president would listen to the determinations of his advisors and make a decision," Fratto said.

Fratto's comments echoed statements by Hayden as well as Director of National Intelligence J. Michael McConnell in testimony before the Senate Intelligence Committee on Tuesday. In referring to special circumstances under which more aggressive methods might be authorized, administration officials may be making the case for a kind of sliding scale for detainee treatment.

Malinowski said the administration may be seeking to define a loophole in international laws banning prisoner treatment that would "shock the conscience." That standard, the administration might argue, could shift dramatically if there was reason to fear the country was in danger of imminent attack.

But even so, McCain and Graham recently signed a letter to Mukasey saying that it was "beyond dispute that waterboarding 'shocks the conscience.' " And other experts said it would be more difficult to make such interpretations of the Geneva Conventions and other standards.

Feinstein has sponsored a provision in a pending intelligence bill that would require the CIA to abide by the stricter interrogation rules in the Army field manual. The measure has already passed the House and is expected to be considered by the Senate in the coming weeks. Bush has threatened to veto the bill.

During Tuesday's testimony, Hayden said that depriving the CIA of enhanced techniques would place America in greater danger. After the hearing, a senior U.S. intelligence official argued that waterboarding should not be considered torture because the U.S. military has subjected its own personnel to the method to prepare them for the possibility of being captured.

"Tens of thousands of American Air Force and naval airmen were waterboarded as part of their survival training," said the official, who spoke on condition of anonymity. "We don't maim as part of our training. We don't mutilate. We don't sodomize. Those are things that are always bad. . . . Intellectually, there has got to be a difference between [waterboarding] and the others; otherwise we wouldn't have done it in training."

greg.miller@latimes.com»

Fonte
Vejamos... Sendo o Bush o terrorista número 1 do Mundo, podemos considerar-nos com plenos poderes para agir de modo semelhante para com tão energúmena criatura?
É claro que, por outro lado, ele pode ser um fetishista hardcore e eu estaria apenas a fazer-lhe um favor...


Publicado por Ana Simões às 16:48
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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008
Michael Bublé - Home

Home

Another summer day
Has come and gone away
In Paris and Rome
But I wanna go home
Mmmmmmmm

Maybe surrounded by
A million people I
Still feel all alone
I just wanna go home
Oh, I miss you, you know

And I’ve been keeping all the letters that I wrote to you
Each one a line or two
“I’m fine baby, how are you?”
Well I would send them but I know that it’s just not enough
My words were cold and flat
And you deserve more than that

Another aeroplane
Another sunny place
I’m lucky I know
But I wanna go home
Mmmm, I’ve got to go home

Let me go home
I’m just too far from where you are
I wanna come home

And I feel just like I’m living someone else’s life
It’s like I just stepped outside
When everything was going right
And I know just why you could not
Come along with me
'Cause this was not your dream
But you always believed in me

Another winter day has come
And gone away
In even Paris and Rome
And I wanna go home
Let me go home

And I’m surrounded by
A million people I
Still feel all alone
Oh, let me go home
Oh, I miss you, you know

Let me go home
I’ve had my run
Baby, I’m done
I gotta go home
Let me go home
It will all be all right
I’ll be home tonight
I’m coming back home



Publicado por Ana Simões às 10:18
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Sábado, 12 de Janeiro de 2008
Presidente da ASAE fuma em casino após entrada em vigor de lei
«O presidente da ASAE foi apanhado a fumar uma cigarilha num casino na madrugada de Ano Novo, já depois da entrada em vigor da nova lei do tabaco. A Confederação Portuguesa para a Prevenção do Tabagismo considerou a situação «lamentável», mas desvalorizou-a.
 
( 11:32 / 02 de Janeiro 08 )
 
O presidente da ASAE, uma das autoridades que vai fiscalizar a aplicação da nova lei do tabaco, foi fotografado pelo Diário de Notícias a fumar uma cigarilha no Casino do Estoril, na madrugada de 1 de Janeiro, quando a nova legislação já tinha entrado em vigor.

Ao DN, António Nunes explicou que a nova lei «não proíbe expressamente o tabaco nos casinos e salas de jogos, justificando a existência de um conflito de interesses com a lei do jogo, que, contudo, não faz referências ao consumo de tabaco.

Segundo a agência Lusa, um parecer da Direcção-geral de Saúde indica que os casinos e salas de jogo «sendo locais fechados não podem deixar de se incluir no âmbito da aplicação da lei», além de estarem abrangidos na lei por «serem locais de trabalho».

Reagindo a esta situação, o presidente da Confederação Portuguesa para a Prevenção do Tabagismo considerou esta situação «lamentável», mas desvalorizou esta atitude de António Nunes, considerando-a apenas um «automatismo» inconsciente.

«É uma imagem contraproducente, mas não está em causa as suas capacidades e organização. Contamos com a ASAE e todo o seu potencial a esta lei na área da fiscalização. Isto é um 'fait-divers' em relação à fiscalização da lei do tabaco», explicou Luís Rebelo, ouvido pela TSF.

O presidente da CPPT considerou ainda que a lei é clara a este respeito uma vez que se aplica a todos os espaços fechados, muito embora não fale especificamente em casinos.

«Embora não esteja lá a palavra casino, mas diz espaços de dança. Por um lado são espaços públicos e por outro lado têm imensos empregados que, pela sua saúde, têm de ser protegidos», concluiu.

Especificamente sobre as declarações do presidente da ASAE ao DN, Luís Rebelo acredita que talvez possa ter havido um «qualquer lapso na transcrição» das palavras de António Nunes «porque é impossível que ele desconheça a lei». »
TSF
«Ao DN, António Nunes explicou que a nova lei «não proíbe expressamente o tabaco nos casinos e salas de jogos, justificando a existência de um conflito de interesses com a lei do jogo, que, contudo, não faz referências ao consumo de tabaco.»
Pergunto-me se o Presidente da ASAE só é cliente assíduo das noitadas nos Casinos...
Porque, segundo parece, a existência deste conflito de interesses não parece aplicar-se às discotecas, aos bares, etc.

Música: David Michael & Randy Mead - Andean Mist

Publicado por Ana Simões às 15:57
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Uma homenagem aos terroristas do mundo...

Imagino é que não lhes agrade muito a minha concepção de homenagem...

 

http://www.youtube.com/watch?v=1uwOL4rB-go

 

Divirtam-se.



Publicado por Ana Simões às 15:39
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